Crítica sobre o filme "Átila - O Rei dos Hunos":

Rubens Ewald Filho
Átila - O Rei dos Hunos Por Rubens Ewald Filho
| Data: 21/02/2019

A saga de Átila, “O Rei dos Hunos”, o mais famoso dos guerreiros bárbaros, desde sua infância no século V até as grandes batalhas contra o Império Romano. Uma versão famosa e bem-sucedida pela Universal, nos anos 50 com Jack Palance. Palance, que tinha uma figura de super vilão, um rosto muito marcado porque lutou na Segunda Guerra e isso tudo o transformou num dos mais famosos vilões do cinema e eventualmente mesmo chegou a ganhar um Oscar de coadjuvante. Quando o império romano foi dividido, Átila o Huno resolve dominar toda a região, mas não sem antes enfrentar a cristandade, enfrentar um bravo centurião e ainda conquistar uma bela dançarina (no papel, a famosa dançarina Ludmilla Tcherina. O importante do filme é que foi dirigido por uma lenda do cinema, o diretor alemão Douglas Sirk, que depois de um aprendizado no estúdio Universal viria a ser tornar o mestre do gênero romance/melodrama, hoje clássicos inesquecíveis com Jane Wyman (Tudo Que o Céu Permite, Sublime Obsessão), Lana Turner (Imitação da Vida) e vários outros: Amar e Morrer, Almas Maculadas, Sinfonia Interrompida, Hino de Uma Consciência (com rock Hudson), Palavras ao Vento, Sangue Rebelde etc.