É difícil entender porque foi feito este policial/thriller co-produção da Dinamarca, Suécia, EUA e Reino Unido. Seu argumento é uma piada velha, já feita centena de vezes (e não estou exagerando) agora por um diretor dinamarquês que foi indicado ao Oscar como curta-metragem em 2000, Bor,Brim Bor, que ganhou também no Festival de Berlim. Nada porém justifica este filme lento, sem suspense, rodado na Inglaterra.
Uma pena porque o elenco tem certo interesse mesmo que se desculpando James Franco que parece sempre ter um sorriso de desprezo, de esgar na boca. Na história, ele e a mulher Kate Hudson estão reformando uma casa, mas o dinheiro acabou e não há conseguir salvar o projeto, nem mesmo ele bancando a babá (o elenco é tão forte que Anna Friel, que é estrela, faz uma ponta). Mas o público já viu antes um assalto mal sucedido em que morreu gente e sobrou uma fortuna em dinheiro que para o casal parece caído do céu. E este vai parar no porão da casa que reformam. Ajudado por um policial veterano (Wilkinson) eles são prevenidos de que serão atacados pelos inflexíveis criminosos dispostos a tudo. E assim será seguido pó alguns tiroteios e um final até relativamente feliz. Infeliz mesmo é o filme todo.