RESENHA CRÍTICA: After (Idem)
De uns tempos para cá tem surgido em salas obscuras uma sucessão de filmes desconhecidos e duvidosa qualidade
After (Idem)
EUA, 2018. 1h45min. Direção de Jenny Gage. Música de Justin Burnett. Roteiro baseado em obra de Anna Todd. Elenco: Hero Fiennes Tiffin, Josephin Langford, Pia Mia, Inanna Sarkis, Selma Blair.
De uns tempos para cá tem surgido em salas obscuras uma sucessão de filmes desconhecidos e duvidosa qualidade. Em geral com elenco de jovens e a única famosa aqui é justamente Selma Blair, que teve certa carreira de sucesso em filmes como Segundas Intenções, Hellboy, Tudo para Ficar com Ela, (tem 77 créditos mas ficou doente gravemente a partir de 2018 quando descobriram que era vítima de esclerose múltipla, o que estragou sua carreira artística e pessoal. Só isso já destruiu sua vida de forma trágica). É a história de uma certa Tessa Young, com vida simples, boas notas na escola amigos e bom namorado. Mas tudo muda quando encontra um homem bonito. Tudo isso vem prejudicar o filme já por si só modesto, muito triste.
Sobre o Colunista:
Rubens Ewald Filho
Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de Éramos Seis de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o Dicionário de Cineastas, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.
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