RESENHA CRÍTICA: Kung Fu Panda 3 (Idem)

Está no padrão da série, uma boa diversão (sem violência) para crianças, em particular meninos

02/03/2016 13:00 • Por Rubens Ewald Filho
RESENHA CR�TICA: Kung Fu Panda 3 (Idem)

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Kung Fu Panda 3 (Idem)

EUA, 16. 95 min. Direção de Alessandro Carloni, Jessica Yeuh. Com as vozes originais de Jack Black, Dustin Hoffman, Bryan Cranston, Angelina Joli, J.K. Simmons, Jackie Chan,Seth Rogen, Lucy Liu, Kate Hudson, James Hong. Dublado por Lúcio Mauro e seus filhos, Christian Figueiro e Jiang Pu.

Esta terceira aventura estava prevista para dezembro do ano passado mas não quiseram concorrer com Star Wars. Mesmo assim o filme faz uma boa carreira de bilheteria (passando os 117 milhões nos EUA apenas). E tem a sorte de viajar para o resto do mundo em particular o Oriente (tanto que um terço do filme foi feito na China em coprodução ). O diretor Carloni é italiano e estreia aqui como realizador de longas, depois de uma longa carreira como animador e supervisor. Sua parceira coreana, Jennnifer Yuh, dirigiu antes o Panda 2.

Nesta aventura alguns dos personagens aparecem bem menos porque a história passou a ser centrada na figura do herói Po, que por acaso miraculoso reencontra o seu pai Li, que fala de um outro mundo que o Po sempre sonhou uma terra onde moram centenas de Pandas. Parte então para esse lugar que seria paradisíaco. O grande problema é que eles tem que enfrentar um super vilão chamado Kai (voz de J.K. Simmons) que está atacando a China com a proposta de liquidar todos os mestres de Kung Fu.

 Não há na verdade muito o que comentar. Basta dizer que está no padrão da série, uma boa diversão (sem violência) para crianças, em particular meninos.

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Sobre o Colunista:

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de “Éramos Seis” de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o “Dicionário de Cineastas”, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.

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