RESENHA CRÍTICA: Pearl Jam: Let´s Play Two

Concert film bem apropriado para os fãs da banda

03/11/2017 08:36 • Por Rubens Ewald Filho
RESENHA CR�TICA: Pearl Jam: Let´s Play Two

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Pearl Jam: Let´s Play Two

EUA, 2017. Diretor: Danny Clinch. Com Jeff Ament, Matt Cameron, Kenneth 'Boom' Gaspar Stone Gossard, Mike McReady, Eddie Vedder.

Concert film com a banda de rock Pearl Jam gravada em agosto de 2016 com shows no Chicago's Wrigley Field. Favor não confundir com o filme musical anterior, melhor dizendo, documentário chamado "Pearl Jam: Touring Band 2000" com 28 canções completas. Estreou nos EUA em primeiro de outubro. Um dos poucos jornais que deu cobertura foi o New York Times, que lembrou que Eddie Vedder, líder do grupo, é um dos fãs do Chicago Cubs. Eddie nasceu e foi criado num subúrbio de Chicago e em 2008 até compôs uma canção para o clube chamada All the Way. Aqui o título do filme é a frase favorita do esportista Ernie Banks, no que é uma mistura de filme sobre concerto musical e diário de esportes. Reunindo dois shows durante a temporada de 2016 incluindo também momentos do campeonato. Então não é a história da banda, tentando demonstrar que ela está tão popular quanto em seu auge.

Lista de canções incluídas neste Pearl Jam Live: Long Road, Corduroy, Grievance, Animal, Gods' Dice, Evacuation, Given To Fly, Dissident, Nothing As It Seems, Even Flow, Lukin, Not For You, Daughter (into "It's OK" by Dead Moon), Untitled/ MFC, Thin Air, Leatherman, Better Man, Nothingman, Insignificance, I Got Id, Rearviewmirror, Wishlist, Jeremy, Do the Evolution, Go, Parting Ways e Rockin' In The Free World.

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Sobre o Colunista:

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de “Éramos Seis” de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o “Dicionário de Cineastas”, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.

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