RESENHA CRÍTICA: O Acampamento (Killing Ground)
O filme é amadorístico, com roteiro confuso e quase tão ruim os nacionais do gênero. Fuja!
O Acampamento (Killing Ground)
Austrália, 2016. 1h28min. Direção e roteiro de Damien Power. Com Aaron Glenane, Stephen Hunter, Mitzi Rhulman, Harriet Dyer, Aaron Pedersen, Ian Meadows.
Não havia razão para importar este fraquíssimo pseudo-terror australiano, com elenco desconhecido e do Segundo time, além de uma história previsível e já vista outras vezes. Em vez de mostrar o belo deserto australiano, um casal relativamente jovem vai passar uns dias descansando a beira de um riacho, mas tem a má sorte de esbarrar em dois malucos tarados, que começam a atirar em outros vizinhos e turistas. Há inclusive terror com um bebê. Mas o filme é amadorístico, com roteiro confuso e quase tão ruim os nacionais do gênero. Fuja.
Sobre o Colunista:
Rubens Ewald Filho
Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de Éramos Seis de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o Dicionário de Cineastas, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.
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