RESENHA CRÍTICA: Amityville: O Despertar (Amityville: The Awakening)

Achei que esta franquia estava completamente antiquada e não iríamos sofrer com mais uma versão de uma velha história de pseudo terror

13/09/2017 09:00 Por Rubens Ewald Filho
RESENHA CRÍTICA: Amityville: O Despertar (Amityville: The Awakening)

tamanho da fonte | Diminuir Aumentar

Amityville: O Despertar (Amityville: The Awakening)

EUA, 17. 1h25 min. Direção e roteiro de Frank Khaulfoun. Com Jennifer Jason Leigh,Belle Thorne, Cameron Monaghan, Jennnifer Morrison, McKenna Grace, Thomas Mann, Kurtwood Smith.

Achei que esta franquia estava completamente antiquada e não iríamos sofrer com mais uma versão de uma velha história de pseudo terror, uma variante na história da casa mal-assombrada. Mas é bom avisar logo que o filme tem longo tempo de gaveta, estaria pronto desde janeiro de 2014 e só agora conseguiu o espaço por aqui e outros lugares menos importantes, nos EUA ninguém quis. O diretor francês é praticamente desconhecido e os trabalhados anteriores não o recomendam (o inédito Solo, Lifer (minissérie), Lived (15), Maníaco (12), Acerto de Contas (09), P2-Sem Saída (07). O único nome conhecido é de Jennifer Jason Leigh que tinha passado por uma fase difícil de divórcio e por causa disso que acabou nessa bobagem. Fez a pouco Os Oito Odiados, Twin Peaks, a série Atypical. Então, a série é formada além de O Despertar por Horror em Amityville (1979), seguido por Terror em Amityville (1982) e Horror Em Amityville (2005). Cada um progressivamente pior.

Aqui Belle, sua irmã pequena e um irmão gêmeo que está em estado de coma se mudam para uma nova casa com a mãe solteira, Joan, procurando guardar dinheiro para ajudar a pagar as crises do irmão que geralmente saem muito caras. Mas logo começa a ocorrer um estranho fenômeno com a recuperação miraculosa do irmão. Até Belle descobrir que a casa é mal-assombrada. Curiosamente os fãs se dividiram achando que o filme tem problemas (sustos absurdos, um final abrupto). Mas perder tempo com isso?

Linha
tamanho da fonte | Diminuir Aumentar
Linha

Sobre o Colunista:

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de “Éramos Seis” de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o “Dicionário de Cineastas”, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.

Linha
Todas as máterias

Efetue seu login

O DVDMagazine mantém você conectado aos seus amigos e atualizado sobre tudo o que acontece com eles. Compartilhe, comente e convide seus amigos!

E-mail
Senha
Esqueceu sua senha?

Não é cadastrado?

Bem vindo ao DVDMagazine. Ao se cadastrar você pode compartilhar suas preferências, comentar ou convidar seus amigos para te "assistir". Cadastre-se já!

Nome Completo
Sexo
Data de Nascimento
E-mail
Senha
Confirme sua Senha
Aceito os Termos de Cadastro
30 fotos grátis na 1a compra BF3