RESENHA CRÍTICA: Gabriel e a Montanha

Um filme brasileiro diferente e que pode interessar jovens

07/11/2017 14:07 Por Rubens Ewald Filho
RESENHA CRÍTICA: Gabriel e a Montanha

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Gabriel e a Montanha

Brasil, 17. 2h11. Direção de Felipe Barbosa. Com João Pedro Zappa, Caroline Abras, Alex Alembe.

Drama aventura premiado em Cannes e vezes em Mostra Paralela e em Lima Peru. Inspirado em fato real, o diretor carioca é montador fez curtas e documentário e está em pré produção de City of Andre. Fez também o interessante Casa Grande, pelo qual foi premiado no Brasil e depois no exterior e agora retorna neste curioso filme (ainda que um pouco esticado) rodado inteiramente em exteriores na África ao acompanhar as aventuras de um rapaz que estudava numa universidade americana, Gabriel Bucchmann, decide viajar durante um ano pelo interior do Continente, conhecendo pessoas diferentes e passando por aventuras. Mas as vezes se arriscando de mais, quando chegando ao Quênia, depois de dez meses na estrada (e onde encontra a namorada que lhe faz companhia) e decide escalar o ultimo pico da região, o Mulanje, Mulawi. Apesar de achar o filme um pouco cansativo e estranhar ao final a comparação entre o rapaz que faz o papel principal (franzino e de certo tipo) e que depois não se parece nada mesmo com o biografado que vemos em diversas fotos. Mas é um filme brasileiro diferente e que pode interessar jovens.

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Sobre o Colunista:

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de “Éramos Seis” de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o “Dicionário de Cineastas”, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.

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