RESENHA CRITICA: John Wick 3 - Parabellum (Chapter 3 - Parabellum)

O Diretor Chad Stahelski afirmou que este novo filme nao ser? necessariamente maior ou mais intenso que os filmes anteriores

30/05/2019 03:35 Por Rubens Ewald Filho
RESENHA CRITICA: John Wick 3 - Parabellum (Chapter 3 - Parabellum)

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John Wick 3 - Parabellum (Chapter 3 - Parabellum)

EUA, 2019. 2h10min. Direção de Chad Stahelski. Roteiro de Derek Kolstad, Shay Hatten, e 4 mais créditos. Com Keanu Reeves,Halle Berry, Ian McShane, Laurence Fishburne, Mark Dacascos, Asia, Kate Dillon, Anjelica Huston.

Há alguma estranha magia na figura do já veterano Keanu Reeves, de origem havaiana (no caso o pai!), que muito cedo se tornou um grande sucesso de bilheteria, apesar de nunca ser um grande ator, conseguiu conquistar pela simpatia, o humor, um comportamento esquisito bizarro, mas nem por isso sem deixar de conquistar homens e mulheres (além de ter tido crise de ação e humor). Não era exatamente um grande ator mas era simpático e atraente, e agora já passando dos 60 anos, sem nunca na verdade ter sumido, passou a estourar quando deu a sorte de descobrir um personagem policial chamado John Kick, que foi crescendo e aumentando em capítulo sucessivos, sendo que cada vez mais violento e divertido. Neste terceiro capítulo já cheio de adrenalina, ele aproveita sua competência de assassino, ou seja, de John Wick, que agora é perseguido por uma quantia de 14 milhões de custo (ah, Keanu já bem veterano continuou a ter um bom aspecto e fãs fiéis. Inclusive tem atrás dele um bando de assassinos profissionais, que depois de matar um bando de membros de uma espécie de quadrilha profissional, passa a matar um membro de uma quadrilha de membros ainda mais graves, quando foram o sindicato dos assassinos no Alto Poder, ou High Poder, é despedido do grupo mas mesmo assim continua destinado a matar. Não se esqueçam que Wick é um superassassino que foge depois de matar um membro de um sindicato de um sindicato de ladrões e que tem uma quantia de 14 milhões de dinheiro na cabeça. E mulheres também se quiser...

Também tem se declarado de que não pretende continuar fazendo violentas histórias de ação, que devem terminar em breve. O título vem de uma frase do latim "Si vis pacem, para bellum" que quer dizer, se você quer paz, prepara-se para a guerra! Também é usado como nome alternativo para revolver de nove milímetros. O Diretor Chad Stahelski afirmou que este novo filme não será necessariamente maior ou mais intense que os filmes anteriores. A frase “Ar, as Muitas armas”, usada no trailer já foi usada antes na Matrix. Halle Berry Também serviu de treinadora de cães durante a produção. Jennifer Beals, Eva Longoria, Salma Hayek, Penelope Cruz, Marion Cotilliard, Uma Thurman, & Marisa Tomei foram consideradas no elenco. A canção usada "Everyone is Waiting For John Wick" é do Movimento 1"Allegro Non Molto" do Concerto No. 4 em F Menor "Winter" do famoso Quatro Estações de Vivaldi. Parte da história foi rodada em Essaouira, onde se mostram cenas repletas de gaiolas de gatos.

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Sobre o Colunista:

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de “Éramos Seis” de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o “Dicionário de Cineastas”, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.

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