RESENHA CRÍTICA: Na Mira do Atirador (The Wall)

Não tem conversa mole é ação de pura adrenalina, sempre lutando para manter o suspense

22/06/2017 19:23 Por Rubens Ewald Filho
RESENHA CRÍTICA: Na Mira do Atirador (The Wall)

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Na Mira do Atirador (The Wall)

EUA, 17. 90 min. Direção de Doug Liman. Roteiro de Dwain Worrell. Com Aaron Taylor Johnson, John Cena, Laith Naki.

É curioso como nos últimos dias tivemos dois thrillers de guerra na região do Iraque e Afeganistão, em cartaz/estreando no Nerflix e agora surge também esta nova aventura de ação que é credenciada pela presença do diretor Doug Liman, que tem uma carreira irregular. Já esta para estrear seu novo trabalho Feito para a America com o amigo dele Tom Cruise (eles acertaram juntos em No Limite do Amanhã. Mas sua carreira é feita de altos e baixos como Sr e Sra Smith com Angelina e Brad, o primeiro Identidade Bourne, Swingers e o Cult Vamos Nessa).

Com um elenco pequeno, ele reuniu Aaeron Taylor Johnson (que ganhou um Globo de Ouro por Animais Noturnos, mas que eu particularmente desprezo) e o coadjuvante de filmes de ação John Cena. No original se chama O Muro porque é basicamente sobre dois soldados americanos que estão estacionados no Iraque estão sendo perseguidos por um assassino franco atirador que os obriga a ficar escondido atrás de um muro. Ninguém parece ouvi-los e vir ajudá-los. O arrojo do filme é justamente ter um espaço fechado, com apenas dois atores, no que poderia se tornar aborrecido e banal. Por isso mesmo não tem mais que 80 minutos. Não tem conversa mole é ação de pura adrenalina, sempre lutando para manter o suspense.

Basicamente é um exercício de estilo, feito por uma produtora concorrente da Netflix (a Amazon), com orçamento limitado e que até agora teve também pouca bilheteria (não ultrapassando dois milhões de dólares). Um detalhe: depois de pronto, modificaram o final, optando por uma conclusão mais épica. Mas também mais clichê.

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Sobre o Colunista:

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de “Éramos Seis” de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o “Dicionário de Cineastas”, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.

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