RESENHA CRÍTICA: Um Amor Inesperado (El Amor menos Pensado)

Uma comédia romântica para adultos, que podia ser mais curta, mas ainda funciona por causa do elenco, em especial Ricardo Darin

14/03/2019 16:32 Por Rubens Ewald Filho
RESENHA CRÍTICA: Um Amor Inesperado (El Amor menos Pensado)

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Um Amor Inesperado (El Amor menos Pensado)

Argentina, 2018. 2h16min. Direção de Juan Vera. Roteiro de Vera e Daniel Cuparo. Com Ricardo Darin, Mercedes Moran, Claudia Fontan, Luis Rubio, Andrea Pietra, Jean Pierre Noher, Norman Briski, Andrea Polliti. Produzido por Chico e Ricardo Darin. Foto de Rodrigo Pulpeiro.

Ninguém duvida da popularidade internacional do maior astro de cinema da Argentina, o consagrado Ricardo Darin, por sinal ainda hoje continua a ser querido e admirado por aqui também. Até na Espanha chegam a afirmar que ele é o único ator que continua a trazer público para as salas de cinema! O curioso é que este aqui é o primeiro filme dirigido por Vera, que tem um curriculum enorme como produtor (37 créditos), entre outros por Abutres e O Filho da Noiva. Aliás, também no elenco está Jean Pierre Noher que fez filmes brasileiros como Diários de Motocicleta, Do Começo ao Fim. Além disso foi convidado para ser o filme de abertura do Festival de San Sebastian, o mais importante da Espanha. A sinopse do filme é simples: Marcos e Ana são casados há 25 anos. Com a ida do único filho do casal para o exterior, os dois começam a se questionar sobre o futuro do relacionamento e decidem se separar para viver novas experiências. Em meio a aventuras bem-humoradas e descobertas sobre o amor e a rotina, os dois terminam, cada um, por encontrar um romance inesperado.

Uma comédia romântica para adultos, que podia ser mais curta, mas ainda funciona por causa do elenco, em especial Darin.

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Sobre o Colunista:

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de “Éramos Seis” de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o “Dicionário de Cineastas”, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.

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