RESENHA CRÍTICA REVISTA: Johnny English 3.0 (Johnny English Strikes Again)

Não será exagero, possível sim, este seria o mais fraco da trilogia. Mas suporta uma nota dois.

26/12/2018 22:56 Por Rubens Ewald Filho
RESENHA CRÍTICA REVISTA: Johnny English 3.0 (Johnny English Strikes Again)

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Johnny English 3.0 (Johnny English Strikes Again)

EUA, 2018. 1h29. Direção de David Kerr (especialista em séries de humor da TV britânica). Roteiro de William Davies (que fez o Primeiro filme do Johnny, Pare se não Mamãe Atira!, Como Treinar o seu Dragão). Com Rowan Atinkson, Olga Kurylenko, Ben Miller, Emma Thompson, Adam James, Kendra Mei, Alfie Kennedy, Kevin Eldon. Michael Gambon, Edward Fox, Charles Dance.

Virei fã e admirador do humorista britânico Rowan Atinkson (1955-) depois que descobri suas séries da TV inglesa sendo a mais famosa sem dúvida sendo depois Mr Bean: O Filme, 97. Com poucos diálogos, a s[erie resiste até hoje como um clássico do gênero. Também tive a sorte de entrevista-lo num hotel na Grécia (onde ele falou muito bem do Brasil, mas sempre no seu estilo discreto, de poucas palavras e raras piadas). Apesar disso tudo não deu para elogiar este seu terceiro filme como o espião britânico Johnny English que é longe o mais fraco e infeliz. Nem mesmo com a ajuda da Olga Kurylenko (de James Bond, Quantum of Solace, Oblivion). As piadas são sem inspiração e só ocasionalmente provocam algum riso. Não funciona nem mesma a querida Emma Thompson que faz a chefe, Primeira Ministro (que fica sem nenhum bom texto). Tanto que o filme passou não nas salas principais, mas nas secundárias. No roteiro, há uma falta de agente britânicos deixando Johnny como a única esperança do Serviço Secreto. Ele já teria se aposentado mas segue a missão de descobrir um novo grupo de bandidos com alta tecnologia. E não, não consegue ser um novo (ou velho) Bond! Mas fez sim correr o boato que este seria a última aventura do estúdio Universal e que Bean não voltaria mais depois de 15 anos de sucesso. Não será exagero, possível sim, este seria o mais fraco da trilogia. Mas suporta uma nota dois.

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Sobre o Colunista:

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de “Éramos Seis” de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o “Dicionário de Cineastas”, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.

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