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RESENHA CRÍTICA: A Noite da Realeza (A Royal Night Out)

Esta é uma historia real ainda que altamente romanceada, passatempo bobinho e feminino

25/07/2017 12:47 Da Redação
RESENHA CRÍTICA: A Noite da Realeza (A Royal Night Out)

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A Noite da Realeza (A Royal Night Out)

EUA, 15. 97 min. Direção de Julian Jarrold. Com Sarah Gadon, Bel Powley, Emily Watson, Jack Reynor, Rupert Everett, Mark Hadfield, Jack Laskey, Tim Potter.

Esta é uma historia real ainda que altamente romanceada, que mostra o que teria acontecido justamente no dia em que a jovem rainha da Inglaterra ganhou a Guerra na Europa e os britânicos, soldados e gente comum, saiu para as ruas para comemorar a longa e difícil vitória. Parece que é fato que a então muito jovem Elizabeth, futura rainha, teria saído com a Irmã mais nova Margaret de então 14 anos para também comemorar (e segundo a rainha ninguém a reconheceu naquela noite, apesar de terem ido para diferentes lugares bares, restaurantes, lugares de dança).

Contado de forma leve e altamente romanceada, o filme também descreve o famoso caso do Rei Britânico que era gago e deu origem ao filme premiado (aqui o papel é feito por um apagado e sem graça Rupert Everett, sendo a Rainha mãe desperdiçada a já veterana e interessante Emily Watson, duas vezes indicada ao Oscar). O filme foi rodado em Londres e Bruxelas, e embora curioso e divertido em especial para jovens românticas, acaba resvalando para a comédia e pura farsa, ajudada por trilha musical de época (incluindo Glenn Miller). Destaque especial para a bela de Toronto, Gaddon. Passatempo bobinho e feminino.  

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Sobre o Colunista:

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de “Éramos Seis” de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o “Dicionário de Cineastas”, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.

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