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RESENHA CRÍTICA: Como Se Tornar um Conquistador (How To Be A Latin Lover)

Uma curiosa comédia mexicana, falada em inglês e que fez muito sucesso entre os locais dos dois lados da fronteira

27/07/2017 09:06 Por Rubens Ewald Filho
RESENHA CRÍTICA: Como Se Tornar um Conquistador (How To Be A Latin Lover)

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Como Se Tornar um Conquistador (How To Be A Latin Lover)

México, 17. 1h55 min. Direção de Ken Marino. Com Eugenio Derbez, Salma Hayek, Raquel Welch, Renee Taylor, Michael Cera, Kristen Bell, Rob Lowe, Linda Lavin.

Uma curiosa comédia mexicana, mas falada em inglês e que fez muito sucesso entre os locais dos dois lados da fronteira. O comediante Eugenio tem longa carreira como produtor/diretor/autor, além de astro. Tanto que acharam que valia experimentar aqui no nosso mercado, com 29 créditos como diretor, 60 como diretor. Trabalhou com Adam Sandler em Adam e Jill, Girl in Progress com Eva Mendes, um novo chamado Geostorm.

Como sucede com qualquer humorista, é preciso se acostumar com seu estilo e trejeitos. Ajudado aqui também pela participação importante da estrela Salma (como Irmã do protagonista) e de vários atores de Hollywood, muitas vezes de velhas senhoras. O filme ao contrário do que pode aparentar não parece pornochanchada nem tem muito de ousada. É tudo bem familiar com o herói bobinho e bem-intencionado que é trocado por um outro por sua velha esposa. Atrapalhado vai atrás da irmã e se encanta com o sobrinho esperto e bonzinho. Há varias piadas com carros e a maneira americana de viver, mas me parece até sutil e familiar demais para comparar com comédia à moda brasileira. Ou seja, não vai ser preciso construir nenhuma muralha em volta dela.

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Sobre o Colunista:

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de “Éramos Seis” de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o “Dicionário de Cineastas”, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.

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