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COADJUVANDO: Diane Baker

Foi uma das mais encantadoras estrelinhas da Fox nos anos 60, fez participações em séries de TV, como por exemplo a mãe de Dr. House

23/07/2014 16:48 Por Rubens Ewald Filho
COADJUVANDO: Diane Baker

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Diane Baker (1938-)

Foi uma das mais encantadoras estrelinhas da Fox nos anos 60, chegou a estrelar alguns filmes, mas depois aceitou o destino de coadjuvante ou atriz central de telefilmes. Nascida em 1938, em Hollywood, afilhada do ator Melvyn Douglas, foi descoberta por George Stevens para interpretar o papel da irmã mais velha da heroína em O Diário de Anne Frank, na versão de 59, ao lado de Millie Perkins e Richard  Beymer. Parecia muito tímida, discreta, bonitinha. Qualidades que confirmou depois como contratada da Fox em filmes como Viagem ao Centro da Terra, onde fez história como a primeira garota que o cantor Pat Boone beijou no cinema. Um fato raro porque ele era casado e muito religioso, recusando-se até então a beijar outras mulheres.

Apadrinhada pelo diretor Mark Robson, Diane foi fazendo papéis de co-estrelas em filmes junto com outras estrelas. Susan Hayward, em Horas Roubadas, onde Susan já tinha problemas graves com a bebida. Namorou Paul Newman em Os Criminosos Não Merecem Prêmio,disputando-o com a alemã Elke Sommer. E Richard Beymer também em As Aventuras de um Jovem. Foi a filha de Joan Crawford no terror Almas Mortas (Straitt- Jacket). Fez a namorada de Gregory Peck no cult movie Miragem, de Edward Dmytryk. Estrelou a versão original de 300 - que se chamou Os 300 de Esparta (62) com Richard Egan. Tem ainda um cult movie chamado Sob o Signo do Sexo (The Best of Everything, 59), novamente com Joan Crawford, Stephen Boyd, Hope Lange e fazendo par com o depois famoso produtor Robert Evans.

Mas sua participação mais famosa foi em Marnie, de Hitchcock, ao lado de Tippi Hendren e Sean Connery. Como Hitchcock preferia as loiras, Diane ficou em segundo plano. Era uma atriz fria, mas elegante, charmosa, e logo conquistou um lugar todo especial na televisão, passou também a ser produtora, principalmente em séries e minisséries de TV. Foi regular em Dr. Kildare, teve papel fundamental em O Fugitivo, The FBI, Os Audaciosos, Missão Impossível. Mas de vez em quando retornava para filmes grandes (Krakatoa, o Inferno de Java) ou de Disney (A Sorte tem 4 Patas). Isso lhe forneceu 120 créditos. Sem esquecer que também se tornou produtora, principalmente da minissérie A Woman of Substance, com Deborah Kerr. Mais recentemente produziu o curta Tarantino in Jail , Lust e Art School of Horrors

Diane só voltaria a ser atriz quando foi convidada por Jonathan Demme para interpretar uma senadora mãe  de uma jovem seqüestrada no premiado O Silêncio dos Inocentes. Ainda bonita e elegante, desde então tem feito apenas aparições ocasionais no cinema (O Pentelho, A Rede, Clube da Felicidade e da Sorte, Hemingway e Martha). Última noticia que tive dela: foi diretora e  professora de arte dramática numa faculdade em San Francisco, Academy of Art! E fez participações em séries de TV Unscripted de George Clooney e House M.D. Justamente ela fez em 4 episódios a mãe do próprio Dr. House, Blythe House. Nunca se casou ou se teve noticias de romances.

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Sobre o Colunista:

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro, é também o crítico de cinema do portal R7. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde está atualmente com o programa TNT+Filme e onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de “Éramos Seis” de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o “Dicionário de Cineastas”, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.

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