RESENHA CRÍTICA: Amor, Paris e Cinema (Arnaud fait son 2e Film)

Uma história bem leve, romântica e agradável

10/10/2017 17:34 Por Rubens Ewald Filho
RESENHA CRÍTICA: Amor, Paris e Cinema (Arnaud fait son 2e Film)

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Amor, Paris e Cinema (Arnaud fait son 2e Film)

França, 2015. 1h20min. Direção de Arnaud Viar. Com Arnaud Viard.Irene Jacob, Louise Coldefy, Nadine Alary, Frederique Bel, Pierre Aussedat.

O ator e comediante francês (de 52 anos) Viard faz o segundo filme embora só seja conhecido aqui porque fez um terceiro como parceiro de Paris Pode Esperar (16) de Eleanor Coppola, uma comédia romântica muito discreta e irregular, mas com certo charme. Apesar de quase totalmente ignorado aqui ele já tem 32 créditos como ator e este já é seu segundo filme como diretor. Curiosamente ele aproveita seu tipo já de meia idade, aparentemente autobiográfico para fazer uma história bem leve, romântica e agradável, onde ele tem problemas de sobrevivência quando o despedem da série de TV onde costumava trabalhar. E que aliás não era grande coisa. Para sobreviver tenta enrolar os gestores de suas contas e vai dar aulas de interpretação para jovens (que acaba sendo o momento mais divertido, quando começa romance com jovem ambiciosa). A ainda encantadora Irene Jacob dos filmes de Kieslowski faz o interesse mais romântico. Outro detalhe simpático, bem já no final entra como fundo uma canção contagiosa famosa de Rita Lee! 

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Sobre o Colunista:

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de “Éramos Seis” de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o “Dicionário de Cineastas”, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.

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