RESENHA CRÍTICA: Circulo de Fogo: A Revolta (Pacific Rim Uprising)

Tudo é clichê e ao menos 20 minutos mais curta que o anterior. Só funciona para quem gosta e curte esse tipo de aventura

22/03/2018 15:07 Por Rubens Ewald Filho
RESENHA CRÍTICA: Circulo de Fogo: A Revolta (Pacific Rim Uprising)

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Circulo de Fogo: A Revolta (Pacific Rim Uprising)

EUA, 2018. 1h51 min. Direção de Steven S. DeKnight. Jing Tian, Cailee Spaeny, Rinko Kikuchi, Burn Gorman, Adria Arjona, Charlie Day.

Duvido muito que você conheça o diretor de nome esquisito nem mesmo sabendo agora que ele é antes de tudo produtor e entre seus feitos menos memoráveis estão Spartacus (sim aquele show de homem pelado), Daredevil/Demolidor, Angel o Caça Vampiros, Buffy, a caça vampiros . Mas também Smallville as aventuras de Superboy, 05- 07, Dollhouse. Mas como diretor, este é na verdade o primeiro filme em grande escala.

Esteja preparado para um elenco do segundo time. O mais famosinho seria John Boyega, de Star Wars ou talvez Scott Eastwood que é o filho de Clint que mais se parece com ele (e também não brilha como talento), o resto é difícil ate de pronunciar:Calee Spaeny,Burn Gorman, Charlie Day, Tian Jing, Adria Arjona, Jim Zhang, Karan Brar.

O mais constrangedor é que originalmente foi um videogame de sucesso que foi transformado em filme justamente dirigido pelo vencedor do Oscar deste ano, Guillermo del Toro que realizou esta mal sucedida aventura, tanto de critica quanto de bilheteria. O elenco era curioso com destaque para Idris Elba, o inglês Charlie Hunnam, e Ron Perlmanff. Com um orçamento de cerca de 190 milhões de dólares nos EUA, e não passou de 92 milhões de bilheteria. Confesso que ate curti o filme fato de que eu gostei do filme porque tenho um fraco desde criança por filme de monstro solto na cidade, como os japoneses antigos que serviram de inspiração a esta aventura repleta de robots que lutam e destroem cidades enfrentando monstros que saem do oceano.Desta vez apesar do diretor desconhecido eles tentaram caprichar mais. Jaker Pentescot, filho de Stacker, reúne-se com Mako Mori para liderar uma nova geração de pilotos Jaeger, incluindo o rival Lambert e a hacker de 15 anos Arnara, para enfrentar nova ameaça Kaju. E Como costume, foi rodado na Austrália e arredores.

Será que o publico esta disposto a mergulhar nessa? A imprensa americana se divertiu muito porque há uma cena em que corre o seguinte dialogo: Vamos trababalhar novamente com robot gigantes? Muito original, não me impressiona nem um pouco. Ou seja, faz todo mundo lembrar que se trata de uma herança da serie interminável de Transformers! Ou coisa que o valha.

 O filme original de 2013 foi sucesso já que os jovens gostam deste tipo de aventura e ação.Com Cadets controlando os avatars dos Robots e o Jaegars combate monstros chamado de Kaju. Bopyega faz Jake, filho de Idris do filme anterior.É chamado novamente para o serviço por sua Irma Mako (Rinko) e do amigo Lambert (Scott). A crise maior envolve uma companhia chinesa que inventou um novo tipo de Jeager e assim por diante. Tudo é clichê e ao menos 20 minutos mais curta que o anterior. Enfim, só funciona para quem gosta e curte esse tipo de aventura.

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Sobre o Colunista:

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de “Éramos Seis” de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o “Dicionário de Cineastas”, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.

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