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RESENHA CRÍTICA: O Garoto Fantasma (The Phantom Boy)

Indicado apenas os que admiram animação ou desenho à moda antiga

22/06/2017 19:12 Por Rubens Ewald Filho
RESENHA CRÍTICA: O Garoto Fantasma (The Phantom Boy)

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O Garoto Fantasma (The Phantom Boy)

França,15. Direção de Jean-Loup Felicioli, Alain Gagnol. Roteiro de Gagnol. Vozes na França de Edouard Baer, Jean Pierre Marielle, Audrey Tautou.

Continua a moda de distribuírem por aqui animações européias ainda que não sejam exatamente para crianças. Esta é uma trama policial passada curiosamente em Nova York e feita pela equipe de Um Gato em Paris, visto por aqui, só que menos sofisticado. Na verdade, os bem mais velhos poderão curtir esta narrativa que lembra gibis antigos e tem certo charme antiquado. Ao menos é original e curioso, acaba sendo uma aventura corriqueira - ainda que com certa magia - sobre um policial de Nova York que fica paralítico ao cair na armadilha de um perigoso bandido. Mas não é sobre ladrões e roubos mas um garoto infeliz, que vive com a família e uma irmãzinha, mas tem problemas de saúde difíceis porque tem também uma habilidade rara de virar uma espécie de fantasma que sai voando e entra e sai de seu corpo (e fazendo o mesmo com o de um policial). O termo Fantasma é positivo. Como também é curioso observar como disse um espectador Nova York virar um subúrbio de Paris.

Mas continuo duvidando de suas possibilidades comerciais. O design é muito estilizado e clean, e a figura mais estranha não é o garoto bonzinho mas um cachorro que na maior parte da aventura esta do lado errado do crime. Ou seja, parece filme policial antigo, dos anos 30-40. A censura poderá ser livre e a violência é discreta, confirmando então que tudo é mais simples e pouco emocionante. E mesmo o filme deveria ser mais empolgante. De qualquer forma, indicado apenas os que admiram animação ou desenho à moda antiga.

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Sobre o Colunista:

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de “Éramos Seis” de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o “Dicionário de Cineastas”, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.

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