RESENHA CRÍTICA: Apenas um Garoto em Nova York (The Only Living Boy in New York)

É apenas uma modesta mas simpática comedia romântica

07/12/2017 06:56 Por Rubens Ewald Filho
RESENHA CRÍTICA: Apenas um Garoto em Nova York (The Only Living Boy in New York)

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Apenas um Garoto em Nova York (The Only Living Boy in New York)

EUA, 2017. 1h29min. Direção de Marc Webb. Roteiro de Allan Loeb. Com Callum Turner, Kate Beckinsale, Pierce Brosnan, Jeff Bridges, Cynthia Nixon, Kiersey Clemons, Tate Donovan, Wallace Shawn, Debi Mazar.

É apenas uma modesta mas simpática comedia romântica surpreendentemente dirigida por Marc Webb, com roteiro de Allan Loeb (Quebrando a Banca, O Espaço entre Nós, Esposa de Mentirinha, Coincidências do Amor). O estranho é que Webb já fez coisas muito mais importantes e de sucesso, como os dois Espetacular Homem Aranha, 500 Dias Com Ela e Um Laço de Amor (Gifted, com Chris Evans), outro filme modesto.

Difícil explicar essa mudança já que este é um filme que não tem absolutamente nada de extraordinário a não ser o elenco com gente famosa e um rapaz novo britânico chamado Callum Turner, que nem bonito é, imemorável em Assassin´s Creed, a minissérie Guerra e Paz, Victor Frankenstein, Os Borgias). Justamente a neutralidade dele é a principal razão por que não emplaca esta história sobre o rapaz Thomas Webb, filho de um editor de livros e de uma mulher culta, que acabou de formar de uma universidade. Ele deixa o apartamento chique dos pais e se muda para o Lower East Side, ficando amigo de um escritor alcoólatra (Bridges). Mas descobre que o pai tem um caso com uma mulher bonita e sedutora (a britânica Kate Beckinsale, que envelhece com charme e classe). Determinado a terminar o caso deles, procura conquistar a moça.

O roteiro de Loeb já estava nas prateleiras há mais de dez anos e cinco que Webb tentava produzi-lo. Conseguiu produzir um filme chique, mas imemorável. O título é extraído de um canção de Simon e Garfunkel e Olivia Wilde e Rosamund Pinke foram convidadas para o papel de Johanna.

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Sobre o Colunista:

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de “Éramos Seis” de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o “Dicionário de Cineastas”, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.

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