RESENHA CRÍTICA: Nunca Diga o Seu Nome (The Bye Bye Man)
Este sem duvida é dos piores de todos os tempos. Um terror mesmo!
Nunca Diga o Seu Nome (The Bye Bye Man)
EUA, 17. 1h37 min. Direção de Stacy Title. Com Douglas Smith, Lucien Laviscourt, Jonathan Parner, Doug Jones, Jenna Kamell, Doug Jones, Carrie-Anne Moss e Faye Dunaway.
Difícil encontrar um filme de terror tão óbvio e franco quanto este, dirigido por uma mulher que fez antes A Morte Se Fez de Negro e O Último Jantar, ambos imemoráveis. É a velha história de um homem que entra em sua casa com uma espingarda e sai matando sua mulher, seus filhos e ainda a vizinha que parece ser parente. Anos depois, no mesmo lugar, um grupo de adolescentes abobados como sempre mas de diferentes idades, alugam essa casa onde naturalmente existe algum diabo solto e naturalmente sem maior razão fazendo aquele jogo de sorte.Isso faz acordar uma espécie de diabo que irá liquidar todos os envolvidos, que inclui a garota de Matrix, a envelhecida Carrie Ann Moss. Pior que ela e que deve estar sem dinheiro é um ponta ainda menor de Faye Dunaway, com o rosto totalmente deformado, que tem trinta segundos de câmera até morrer queimada... Este sem duvida é dos piores de todos os tempos. Um terror mesmo!
Sobre o Colunista:
Rubens Ewald Filho
Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de Éramos Seis de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o Dicionário de Cineastas, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.
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