RESENHA CRÍTICA: O Menino Que Queria Ser Rei (The Kid Who Would Be King)

Três estrelas para uma aventura decente para jovens

30/01/2019 22:42 Por Rubens Ewald Filho
RESENHA CRÍTICA: O Menino Que Queria Ser Rei (The Kid Who Would Be King)

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O Menino Que Queria Ser Rei (The Kid Who Would Be King)

Inglaterra, 2019. 2h. Roteiro e direção de Joe Cornish. Com Louis Ahsbourne Serkis, Denise Gough, Dean Chaumoo, Rebecca Ferguson (como Morgana), Tom Taylor, Patrick Stewart como o adulto Merlin, Angus Imrie (o jovem Merlin).

É bom explicar desde já que o Sr. Joe Cornish (Londrino, de 1968) é um bem-sucedido roteirista tendo escrito O Homem Formiga (2015), As Aventuras de Tin Tin (11) e o policial Cult britânico chamado Ataque ao Prédio (11). E sempre foi fã de Time Bandits de Terry Giliam, além de especialistas em roteiros de TV, como Snow Crash que está sendo produzido, ele tem um toque todo especial para grandes aventuras de lendas da história inglesa, de a Aventura, Fantasia e Família, do estilo que enlouquece os britânicos e pode influenciar ainda os fãs de Harry Potter. Sem esquecer na mais importante feminina a belíssima sueca Rebecca Ferguson (famosa pela série de Missão Impossível!).

Embora o filme não tenha tido uma recepção muito grande nos cinemas americanos, é porque afinal das contas eles são vitimas da campanha do Oscar. Chegando a este momento numa quantia de cerca de 7 milhões de bilheteria. Mas se alguns o acharam lento demais em algumas cenas, em geral foram simpaticamente bem recebidos. E o menino central, Louis Serkis, tem a honra de ser herdeiro de famosa dupla de atores, o Andy Serkis (que foi Gollum), e Lorraine Ashbourne. Ou seja, o tipo de aventura do tempo do Rei Arthur, Excalibur e assim por diante, sendo que o título do filme seria também menção de outra aventura, O Homem que Queria Ser Rei. Enfim, três estrelas para uma aventura decente para jovens.

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Sobre o Colunista:

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho

Rubens Ewald Filho é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), além de ser o mais conhecido e um dos mais respeitados críticos de cinema brasileiro. Trabalhou nos maiores veículos comunicação do país, entre eles Rede Globo, SBT, Rede Record, TV Cultura, revista Veja e Folha de São Paulo, além de HBO, Telecine e TNT, onde comenta as entregas do Oscar (que comenta desde a década de 1980). Seus guias impressos anuais são tidos como a melhor referência em língua portuguesa sobre a sétima arte. Rubens já assistiu a mais de 30 mil filmes entre longas e curta-metragens e é sempre requisitado para falar dos indicados na época da premiação do Oscar. Ele conta ser um dos maiores fãs da atriz Debbie Reynolds, tendo uma coleção particular dos filmes em que ela participou. Fez participações em filmes brasileiros como ator e escreveu diversos roteiros para minisséries, incluindo as duas adaptações de “Éramos Seis” de Maria José Dupré. Ainda criança, começou a escrever em um caderno os filmes que via. Ali, colocava, além do título, nomes dos atores, diretor, diretor de fotografia, roteirista e outras informações. Rubens considera seu trabalho mais importante o “Dicionário de Cineastas”, editado pela primeira vez em 1977 e agora revisado e atualizado, continuando a ser o único de seu gênero no Brasil.

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