O Planeta dos Macacos de 1968 – O Clássico Onde Tudo Começou

Conheça detalhes do filme que revolucionou não somente a Ficção Científica como também a própria história do cinema

18/06/2015 14:46 Por Paulo Telles
O Planeta dos Macacos de 1968 – O Clássico Onde Tudo Começou

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É verdade que O PLANETA DOS MACACOS (Planet of the Apes), de 1968, revolucionou não somente a Ficção Científica como também a própria história do cinema. Não foi por menos: além da saga que levou muitos aficionados do gênero às salas de projeção em todo mundo, também originou mais quatro longas metragens, uma série de TV live action, uma série em desenhos animados, Histórias em Quadrinhos, um Remake não bem sucedido dirigido por Tim Burton em 2001, e uma franquia recente que tem feito sucesso e que resgatou esta fantástica saga, que começou com Planeta dos Macacos, a Origem (2011) e teve continuidade com Planeta dos Macacos- O Confronto (2014). O terceiro (e final) episódio será lançado em julho de 2016. Contudo, aqui no Revendo, falaremos da película onde tudo começa: PLANETA DOS MACACOS, o clássico de 1968, estrelado por Charlton Heston. Este artigo não seria escrito sem a ajuda do mais entendido perito sobre o assunto, o escritor SAULO ADAMI, que já lançou seu livro mais recente sobre o assunto - “HOMEM NÃO ENTENDE NADA: ARQUIVOS SECRETOS DO PLANETA DOS MACACOS”, pela editora Estronho. Vamos ao tema do filme de 1968.

Paulo Telles & Saulo Adami

 

Tudo começa quando Richard Darryl Zanuck (1934-2012), filho do lendário chefe da 20th Century Fox, Darryl Zanuck (1902-1979), se torna único produtor executivo de Hollywood a acreditar no projeto de Arthur Jacobs (1922-1973) de levar ao cinema o romance do francês Pierre Boulle (1912-1994) La Planete des Singes. O livro foi um estrondoso sucesso de vendas, inclusive nos Estados Unidos, mas os produtores de diversos estúdios pareciam não ter nenhum interesse de filmar uma história que pudesse ser na visão deles tão “pessimista”, visto que a trama trata do holocausto da Humanidade.

Contudo, levar um filme baseado em uma obra literária não é fácil, já que literatura e cinema são duas expressões artísticas bastante diferentes. A primeira lida com as linhas e a palavra escrita a partir da imaginação do leitor. Já o cinema manipula com imagens em movimento. Logo, o primeiro desafio de um roteirista ou argumentista é de adaptar corretamente um trabalho literário para o cinema e conseguir transformar em um bom filme, tão bom ou melhor que o livro, mas isso não é uma tarefa fácil. Geralmente, os adeptos da leitura tendem a dizer que “gostam mais do livro” ou que “o livro é melhor do que o filme”, e isso se torna uma das piores frases que um cineasta pode ouvir, e nada é mais frustrante para quem se dedica a dirigir ou produzir uma obra cinematográfica baseada em uma obra literária.

Primeiramente, o roteiro apresentava os astronautas chegando aos arredores de uma grande cidade, com todos os aspectos de Nova Iorque. Edifícios grandiosos, carros, supermercados, ruas, avenidas, casas de família, tudo igual. O que diferenciava é que os habitantes seriam não seres humanos, mas macacos, e os seres humanos não passariam de animais de estimação, escravos ou cobaias.

No livro de Pierre Boulle, a história começa casualmente, quando dois tripulantes de uma nave encontram uma garrafa vagando pelo espaço, e dentro desta, havia uma mensagem. Era a história de um astronauta chamado Ulysse Merou (uma alusão a Ulisses) do século XXVI. Ulysse conta todos os momentos de desespero a partir do dia em que aterrissou num estranho planeta governado por símios inteligentes, onde o homem não passava de uma fera. Toda estrutura deste planeta era a mesma da Terra, com apenas uma angustiante diferença de que os homens eram escravos e zumbis de gorilas, chimpanzés, e orangotangos.

Depois de passar por várias dificuldades, Ulysse Merou encontra um pouco de paz ao conhecer Zira e Cornelius, dois simpáticos chimpanzés-cientistas. Através de pesquisas arqueológicas e antropológicas, os três descobrem que o planeta era governado primeiramente pelos homens, e estes mesmos criaram o seu próprio fim.

De acordo com o romance original, Ulysse é uma ameaça para os macacos. Em vista disso, ele resolve fugir na sua nave espacial com sua nova companheira. Com gritos de alegria, Ulysse volta a Terra e, principalmente, a sua amada Paris. Enquanto vibra de felicidade e chora emocionado, sua companheira Nova grita de pavor, pois ela acabara de ver um carro dirigido por um chimpanzé. Ulysse foge. A garrafa é o seu último e dramático pedido de socorro. Os dois astronautas acabavam de ler esta mensagem, e sorriem um para o outro, e um deles diz: “Isso só pode ser uma piada. Não existem homens inteligentes”. Assim termina o livro de Boulle.

No filme onde toda a saga se inicia, em 1968, Ulysse vira o capitão George Taylor (Charlton Heston), astronauta, um homem individualista e cínico, que não acreditava em nada a não ser nele mesmo. Mas, com o decorrer das atribulações, ele vê o quanto pode ser vulnerável e choca-se ao encontrar o Planeta dos Macacos e descobrir que foi a sua própria raça humana que destruiu o planeta.

Um dos únicos paralelos entre o filme e o livro é a parte que toca os símios. No livro, Boulle conseguiu através da narração projetar uma intensa carga de humanismo nos macacos, fazendo assim que o leitor esquecesse a real situação. No filme, através da maquiagem, o espectador esquece de que são atores interpretando macacos, devido também a excelente atuação deles, principalmente de Roddy McDowall, Kim Hunter e Maurice Evans.

Rod Serling (1924-1975), o criador e anfitrião da série clássica de TV Além da Imaginação, foi escalado para redigir o roteiro, mas para isso, ele entrou em contato com uma equipe que se dedicava à produção de filmes com elefantes indianos, e foi esquematizando cena por cena o seu script.  Entretanto, a tal equipe depois rejeitou em ajudar Serling devido à “população de macacos que teria de aparecer”. Blake Edwards (1922-2010) entrou em contato com Serling e se propôs a dirigir e produzir o filme.  Mas o roteiro foi ficando muito extenso e certamente o custo não seria inferior a 100 milhões de dólares, e isto sem contar que uma “população de macacos” exigiria de atores e figurantes a se vestirem como tais, além da “cidade dos macacos”, que teria de ser edificada e o custo também não seriam dos mais baratos.

Arthur P. Jacobs se uniu a Serling e percorreu diversos estúdios de Hollywood e fora dela, em outros países, para buscar apoio, mas ambos fracassaram na empreitada. Jacobs sugeriu que reescrevesse o roteiro, onde se pudesse pensar numa sociedade “metade primitiva, metade civilizada”. Desta vez, funcionou. Segundo Serling, a adaptação que ele fez foi livre do romance original. Jacobs e Serling mantiveram contato durante certo período, mas depois o roteiro foi passado para Michael Wilson (1914-1978), que por sua vez mudou a ambientação (de uma cidade do século XX para uma cidade troglodita) e retirou todo o diálogo de Serling e fez o seu próprio. Wilson fez com que seu script fosse uma “sátira da raça humana”, e de suas atitudes na sociedade. Para Wilson, O Planeta dos Macacos não era uma Ficção Científica, pois “quem ri do macaco, está rindo do seu próprio modo de ser”.

No caso de O Planeta dos Macacos de 1968, um grande número de pessoas saiu impressionada das salas de projeção. Houve quem discutisse sobre se o filme superava o livro, mas em grande parte, chegavam à conclusão que o livro era melhor, e nada seria realmente mais natural, pois o romance atinge o leitor de modo mais pessoal, sugerindo a ele ao invés de dramaticidade, formar seu próprio universo. No filme, as imagens estão na tela, em movimento, com largura e comprimento, mas sem profundidade. As imagens não podem ser modificadas conforme o desejo do espectador. O cinema é lindo e emocionante, alegre e dramático, mas não é orgânico.

Além do roteiro brilhante de Wilson, a grande diferença entre os dois trabalhos é de que o livro tratava tanto de Ficção Científica quanto de fantasia, e o filme é, ao mesmo tempo, Sci Fi e uma trama de aventuras. Os primeiros trabalhos exigiam que fossem feitos testes de cena. O primeiro apontado para um dos papéis principais foi Edward G. Robinson (1893-1973) no papel do Dr. Zaius, e Charlton Heston como o astronauta George Taylor. Numa questão de meses, se desenvolveu todo o processo de maquiagem dos macacos, criando um guarda-roupa e edificando a “cidade dos macacos”, num terreno da 20ªCentury Fox.

John Chambers (1922-2001) foi o responsável pelo processo de maquiagem dos atores para se caracterizarem de macacos, e convenhamos, foi um processo revolucionário, pois nunca antes o cinema havia avançado no setor dos Make-up.  Esta novidade e avanço rendeu a Chambers, merecidamente, um Oscar honorário pelo desenvolvimento do design da maquiagem, mas ao mesmo tempo, dor de cabeça para os atores que tinham que se vestir como símios. Precisavam em média de 5 horas para a aplicação e três para a retirada das máscaras, aplicada em etapas diferentes: cabelos, focinho, queixo, e orelhas. Quando a produção do primeiro filme já estava bem adiantada, era possível encontrar desenhos de maquiagens prontos, como a dos chipanzés, gorilas, e orangotangos. Com o tempo, a aplicação foi evoluindo, e tudo podia ser feito em 3 horas e meia.

A maquiagem mais flexível era a de Kim Hunter (1922-2002), que exigia um tratamento adicional, ficando o mais delgada possível para não atrapalhar os movimentos. Depois veio a maquiagem de Roddy McDowall (1928-1998). Edward G. Robinson se retirou do cast pois não se adaptou a maquiagem e passou mal, e em seu lugar entrou Maurice Evans (1901-1989), que não diferentemente, esbarrou com dificuldade em relação aos lábios superiores de seu personagem, o Dr. Zaius. Todo o seu diálogo foi dublado em estúdio.

Roddy McDowall costumava dizer que trabalhar em Planet of the Apes foi um “sacrilégio tanto físico quanto mental”. E ainda dizia mais: “Tenho que me conscientizar de que sou um macaco e, como tal, andar arrastando os pés, meio curvado. A maquiagem é pesada, incômoda, e impede que os movimentos faciais sejam feitos com naturalidade, exigindo um esforço maior de minha parte. Para que o resto do meu corpo fique parecido com a de um macaco, no meu caso um chipanzé, tinha que vestir uma pesada espécie de macacão. Agora. Imaginem vocês o calor que eu tinha que suportar embaixo de toda aquela indumentária? E ainda, tomar sucos de canudinho?” – disse Roddy depois das filmagens. O ator chegou a perder quatro quilos em apenas uma semana, e o filme fora rodado em parte no verão americano.

O maquiador John Chambers disse a respeito de todo o processo de maquiagem: “Tínhamos três turmas que trabalhavam na maquiagem em tempo corrido, revezando-se, e trabalhando com a borracha, porque borracha não é como uma operação de máquina de perfurar, onde você tem tudo perfurado em sequências. Tudo é feito por sensibilidade artística”. O trabalho de  Chambers rendeu a ele uma citação do Guinness Film, que é o livro de recordes do cinema: o maior orçamento já destinado para um trabalho de maquiagem cinematográfica – Um Milhão de Dólares, isto é, 17% do custo total da produção, onde reuniu 78 profissionais de maquiagem.

Entretanto, surgiu um problema para a produção. Para filmar uma cidade, seria necessário fazer filmagem de locação. Logo, daria bastante trabalho da equipe de produção afastar curiosos ou então proteger os menos avisados que levariam um tremendo susto ao ver símios andando pelas ruas.

Para solucionar estes pequenos e até hilários problemas, teriam que filmar nas primeiras horas da manhã e ainda preparar um grande aparato para afastar pessoas estranhas ou impedir que alguns moradores aparecessem nas filmagens.

Com a finalidade de fazer uma cidade, estaria fora de cogitação fazer uma cidade qualquer, logo foi começado a surgir ideias. Em vez de modernas construções, os arquitetos da Fox resolveram pensar como macacos, e deste soberbo esforço de imaginação, surgiu A Cidade dos Macacos, e todos os edifícios, desde construções particulares até importantes museus do governo e centros científicos foram moldados em uma maquete para a apreciação dos produtores. A cidade parecia mais uma montanha rochosa escavada pela erosão. E isso tudo construído num terreno da 20th Century-Fox. Para ter uma ideia da enorme importância da Cidade dos Macacos, o pessoal de Hollywood o alcunhou como Century City (a cidade do século), pois nunca um cenário para um filme fora construído com grande trabalho e proporção ao longo de toda a história da Sétima Arte.

As cenas externas, como o deserto do leste, a Zona Proibida (que foi a caverna descoberta pelo arqueólogo Cornelius), foram rodadas na região desértica de Utah, no Arizona (cenário considerado a “Terra de John Ford”, onde o cineasta realizou seus westerns obras- primas da Sétima Arte, como No Tempo das Diligências e Rastros de Ódio).

Dirigido com todo vigor pelo cineasta de Patton, Rebelde ou Herói e Papillon, Franklin J. Schaffner (1920-1989), o filme inaugural da série clássica é uma espécie de “Viagem de Gulliver”, repleta de alusões, ironias políticas, e blasfêmias. O Coronel astronauta George Taylor (Charlton Heston) passa do mais alto avanço tecnológico à situação de homem das cavernas ao viajar a dois anos na velocidade da luz e descobrir um mundo dominado por símios, no qual os últimos remanescentes da raça humana são mantidos enjaulados ou empalhados em museus arqueológicos.

Com sardônico humor, o filme imagina uma reviravolta ao evolucionismo, misturando Darwin e Jonathan Swift (autor de “As Viagens de Gulliver”), para provar que, por culpa da insensatez e ganância humana, chimpanzés, gorilas, e orangotangos, herdarão o reino da Terra. Taylor é um homem individualista, frio e calculista. Ele deixou a Terra em 1972 para explorar o futuro. Avançando no futuro. Sua nave aterrissa num lugar muito parecido com a Terra, mas vê que o transporte é tragado pelas águas de um rio, levando o corpo de Stewart (Dianne Stanley), única mulher da tripulação morta durante a viagem devido a um escapamento de gás.

Taylor e seus colegas astronautas Landon (Robert Gunner, 1931-2001), e Dodge (Jeff Burton, 1925-1988) encontram humanos selvagens, e logo se envolvem numa caçada de gorilas. Taylor é ferido e levado à cidade dos macacos com um tiro na garganta, que o faz perder a fala. Zira (Kim Hunter) percebe se tratar de um caso excepcional da espécie humana e apresenta Taylor ao arqueólogo Cornelius (Roddy McDowall) que busca descobrir a verdade sobre as origens da civilização Símia.

Taylor recupera a voz e se torna uma ameaça aos macacos, principalmente ao Dr. Zaius (Maurce Evans), um magistrado que já havia descoberto a origem da civilização símia, e que a raça humana era outrora dominante. Zaius fazia de tudo para ocultar este segredo dos símios. Zira e Cornelius se tornam renegados quando resolvem libertar o Coronel Taylor e sua companheira (ou fêmea na concepção dos macacos), a muda Nova (Linda Harrison), e todos se dirigem a Zona Proibida, onde Cornelius mostra a Taylor os achados. Ao analisar cada peça, o astronauta concluiu que, antes dos macacos, os seres humanos dominavam o planeta. Zaius aparece por lá, mas é rendido por Taylor, que exige a liberdade para si e para Nova, além de cavalos, arma, munição, e provisões.

É antológica e imortal a cena final. Na orla marítima, Taylor se depara com a Estátua da Liberdade, soterrada na areia. O astronauta cai de joelhos, chora de raiva e soca na areia, observada por Nova, espantada, que não entende aquele gesto.  Taylor acabava de descobrir que não estava em outro planeta, mas sim na própria terra, em sua própria casa, a dois mil anos no futuro.

O primeiro filme é um espetáculo inteligente, rico em reflexões éticas, e também atraente como cinema de aventura. Destaque para o “selinho” de despedida do Coronel Taylor na Drª Zira, motivando um pouco o ciúme do macaco Cornelius, e destaque também para a trilha sonora de Jerry Goldsmith (1929-2004).

O PLANETA DOS MACACOS DE 1968 inaugurou uma saga de grandes proporções na indústria cinematográfica, pois além de vir quatro sequencias (De Volta ao Planeta dos Macacos (1970), Fuga do Planeta dos Macacos (1971), Conquista do Planeta dos Macacos (1972), e Batalha do Planeta dos Macacos (1973)), originou uma série Live Action em 1974, com 14 episódios (exibidos no Brasil em 1975 nas noites de segunda pela Rede Globo), uma série de desenhos animados, e claro, Histórias em Quadrinhos. 

Em 2001, o cineasta Tim Burton realizou um remake do livro de Boule (desde 1993 já havia interesse em refilmar O Planeta dos Macacos, e o primeiro diretor escolhido foi Oliver Stone, que caiu fora quando soube que Arnold Schwarzenegger queria ser o protagonista). Contudo, o filme de Burton foi destruído pela crítica, mas fez uma bilheteria mundial US$  360 milhões, tendo custado US$ 100 milhões. A crucificação do filme pela crítica certamente foi uma das razões pelas quais a Fox decidiu não seguir adiante com uma franquia, pelo menos para os próximos dez anos, quando finalmente, o reboot  de 2011, Planeta dos Macacos- a Origem,  inaugurou uma nova franquia que tem feito muito sucesso até aqui, seguido por Planeta dos Macacos- O Confronto, de 2014, e prometendo mais um filme para 2017, que deverá ser o último desta nova safra. Ou não!

Paulo Telles, com a colaboração e supervisão de Saulo Adami.

 

EM TEMPO – Saulo Adami, escritor e jornalista, lança seu mais recente trabalho sobre uma das franquias mais bem sucedidas no mundo do cinema, “O Planeta dos Macacos”. Trata-se do livro HOMEM NÃO ENTENDE NADA! ARQUIVOS SECRETOS DO PLANETA DOS MACACOS (São José dos Pinhais, PR: Editora Estronho, 2015). São 40 anos de pesquisa, em 612 páginas e 200 fotos. O livro começou a ser escrito em 1978. É a mais completa obra sobre o universo Planeta dos Macacos. Do livro de Pierre Boulle aos filmes de Arthur P. Jacobs. Dos seriados de televisão à literatura. Das histórias em quadrinhos à volta ao cinema. Entrevistas exclusivas com atores e técnicos, a história dos bastidores das produções para cinema e televisão: criação e aplicação da maquiagem que deu o Oscas a John Chambers; criação dos figurinos; a construção das cidades cenográficas e outras histórias jamais contadas! A obra pode ser adquirida no site da Editora Estronho: http://www.estronho.com.br/editora/component/content/article/10-catalogo/cinema/88-hnen?Itemid=0

 

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Sobre o Colunista:

Paulo Telles

Paulo Telles

Paulo Telles é natural do Rio de Janeiro, onde nasceu em 1970. Mora na mesma cidade na região boêmia da Lapa. Curte cinema desde a adolescência, e através das matinês da TV, aprendeu a amar a Sétima Arte e os astros e estrelas do passado. Ele é o editor do blog FILMES ANTIGOS CLUB, acessível em: http://www.articlesfilmesantigosclub.blogspot.com.br/, espaço dedicado a matérias relacionadas ao cinema antigo, com biografias e resenhas de alguns filmes. Também é locutor da Escola de Rádio Web. Email: filmesantigosclub@hotmail.com ou paulotellescineradio@r7.com

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